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Fé e idolatria

Façamos um deus

A idolatria nem sempre se parece com algo antigo ou distante. Às vezes, ela aparece quando tentamos adaptar Deus aos nossos desejos e receios.

Gilson em ambiente externo

O risco de reduzir Deus às nossas preferências, expectativas e conveniências.

O deus que cabe nas nossas mãos

Existe sempre a tentação de querer um deus previsível: alguém que confirme cada escolha, não confronte nossos afetos e caiba em nossos planos. Mas um deus feito à nossa imagem não consegue nos salvar nem nos transformar.

Quando a fé vira conveniência

A fé se torna frágil quando só procura textos, pessoas e experiências que reforcem aquilo que já decidimos. A Escritura, porém, também nos desinstala. Ela nos chama a rever prioridades e a receber uma verdade que não controlamos.

Adoração que nos reposiciona

Adorar é reconhecer que Deus é Deus e nós não somos. Esse reconhecimento não humilha; liberta. Ele tira de nossos ombros a obrigação de sermos o centro e abre espaço para uma vida mais obediente e generosa.

Uma pergunta necessária

Que imagem de Deus tem orientado suas decisões? Vale a pena examiná-la com coragem. Onde Deus foi reduzido à nossa preferência, o convite é voltar a escutar.