O risco de reduzir Deus às nossas preferências, expectativas e conveniências.
O deus que cabe nas nossas mãos
Existe sempre a tentação de querer um deus previsível: alguém que confirme cada escolha, não confronte nossos afetos e caiba em nossos planos. Mas um deus feito à nossa imagem não consegue nos salvar nem nos transformar.
Quando a fé vira conveniência
A fé se torna frágil quando só procura textos, pessoas e experiências que reforcem aquilo que já decidimos. A Escritura, porém, também nos desinstala. Ela nos chama a rever prioridades e a receber uma verdade que não controlamos.
Adoração que nos reposiciona
Adorar é reconhecer que Deus é Deus e nós não somos. Esse reconhecimento não humilha; liberta. Ele tira de nossos ombros a obrigação de sermos o centro e abre espaço para uma vida mais obediente e generosa.
Uma pergunta necessária
Que imagem de Deus tem orientado suas decisões? Vale a pena examiná-la com coragem. Onde Deus foi reduzido à nossa preferência, o convite é voltar a escutar.
